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A intenção de investimento dos industriais do Rio Grande do Sul é a menor desde 2010 e se o número elevado de projetos cancelados e/ou adiados por tempo indeterminado em 2016 se repetir, teremos um recorde em 2017. Os empresários estão cautelosos, como mostra pesquisa divulgada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta terça-feira (14). “A principal razão é a incerteza econômica, a ociosidade elevada e o alto custo do crédito.
A força da indústria nacional, que pode dar sustentação à retomada de crescimento econômico brasileiro, está diretamente ligada à aprovação de reformas estruturais que tramitam no Congresso Nacional. Esse é um dos consensos resultantes da realização do Seminário RedIndústria, nos dias 1º e 2 fevereiro, em Brasília, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com a presença de representantes de Federações de Indústrias de 27 estados e de cerca de 80 associações setoriais.
Ao avaliar as medidas do governo federal para estimular a economia, o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, considerou os anúncios estratégicos e importantes, mas que dependem de implementação. Entre as medidas, a desburocratização, com o objetivo de diminuir o Custo Brasil.
As Federações das Indústrias (FIERGS), da Agricultura (Farsul), Federação do Comércio de Bens e de Serviços (Fecomércio), das Associações Comerciais e de Serviços (Federasul), mais a Agenda 2020 e o Movimento Brasil Competitivo (MBC) divulgaram, nesta terça-feira (13), um manifesto favorável ao Plano de Modernização proposto pelo governo do Rio Grande do Sul, que prevê medidas para enfrentar a crise no Estado. Os líderes empresariais afirmaram que apoiam de forma integral o pacote.
A atual capacidade ociosa nas linhas de produção, os baixos níveis de estoque e a força exportadora colocam o setor industrial em uma posição decisiva para retirar a economia brasileira da atual crise sem precedentes na história do País. A afirmação foi feita pelo presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS/CIERGS), Heitor José Müller, durante a entrevista coletiva de Balanço 2016 e Perspectivas 2017, nesta terça-feira (6), na sede da entidade.
Pelo segundo mês consecutivo, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta quinta-feira (17), registra acomodação, ao fechar em 53,6 pontos em novembro, praticamente o mesmo de outubro (53,5). Esta estabilização, após uma recuperação acelerada entre maio e setembro, mostra que as condições seguem difíceis e o otimismo perde fôlego.
Apontado como um dos caminhos mais críticos nas gestões de micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), o acesso ao crédito ganha um forte aliado para ajudar empresários de todos os segmentos produtivos. O Núcleo de Acesso ao Crédito (NAC), da FIERGS, será lançado no dia 23 de novembro, a partir das 9h, no Centro de Eventos da entidade (Avenida Assis Brasil, 8.787 – Porto Alegre).
“O Brasil vive um momento de grandes desafios, mas, pela primeira, eu vejo os problemas serem postos na mesa para debate, como a questão fiscal, o problema da previdência, a qualidade e o custo do setor público no Brasil, que onera a sociedade sem entregar os benefícios que ela espera. Quem sabe dessa vez, com esse debate, consigamos enfrentar os grandes problemas e retomar uma trajetória de crescimento sustentável”.
Quem primeiro percebe o ponto de inflexão na economia ou em determinado segmento específico com uma visão crítica do cenário político e geopolítico certamente sairá na frente. Assim o economista Roberto Dumas Damas define a melhor forma para ver oportunidades na crise. O tema será amplamente discutido durante os dias 7 e 8 de novembro no Programa de Educação Executiva do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS). Neste ano, a parceria será com a escola empresarial Insper, de São Paulo, e ocorre no Vila Ventura Ecoresort, em Viamão.
 
No encerramento do 34º Encontro Econômico Brasil Alemanha (EEBA), na terça-feira (18), na cidade de Weimar, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, reiterou o pedido de agilidade para o fechamento de um acordo de zona de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia.

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