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Após uma queda de 2,7% em julho, o Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) recuperou parte das perdas ao crescer 1,6% em agosto, descontados os efeitos sazonais, na comparação com o mês anterior. O resultado, divulgado nesta quarta-feira (5) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), confirma a tendência de acomodação da atividade no Estado nos últimos meses.
A atividade industrial do Estado cresceu 2,1% em agosto, na comparação com o mês anterior, sem os efeitos sazonais. Embora seja o segundo avanço consecutivo (em julho a alta foi de 0,7%), o índice não conseguiu suprir a perda de 4,5% de junho.

A atividade das indústrias gaúchas retraiu -4,6% em junho, em relação a maio, na série ajustada sazonalmente. Foi o maior recuo desde dezembro de 2008.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial do RS (ICEI-RS) atingiu 42,4 pontos em julho, uma queda de 3,3 pontos em relação ao mês anterior. Com o quarto recuo consecutivo, o indicador atingiu o nível mais baixo já registrado pelo levantamento em 10 anos. Mesmo sem um fator extremo, a atual crise de confiança com a economia é compatível com as registradas em 2005, devido à forte estiagem no Estado, e em 2009, por causa de crise mundial. "A baixa confiança reforça a tendência de continuidade do ciclo recessivo nos próximos meses.

O crescimento de 2,3% na atividade industrial do Estado em maio, na comparação com o mês anterior, sem os efeitos sazonais, não conseguiu suprir totalmente as perdas de -4,7% acumuladas em março e abril. O índice mensal ficou positivo devido ao aumento nas compras de matérias-primas e insumos (6,2%) e na massa salarial (0,3%). Todas as demais variáveis permaneceram negativas: horas trabalhadas na produção (-1,5%), faturamento (-0,9%), utilização da capacidade instalada (-0,5%) e emprego (-0,3%).

Depois de terminar 2013 em queda e começar o ano com forte alta, a atividade da indústria gaúcha fechou abril com um recuo de -1,5%, na comparação com março, descontados os efeitos sazonais. Esta segunda desaceleração consecutiva foi influenciada pela compra de insumos e matéria-prima (-1,1%), massa salarial (-0,7%), emprego (-0,5%) e utilização da capacidade instalada (-0,3%). O resultado só não foi pior devido aos avanços no faturamento (1,5%) e nas horas trabalhadas na produção (0,8%).

Após recuperar um pouco de fôlego nos dois primeiros meses do ano, a indústria gaúcha perdeu o ritmo e voltou cair em março. O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) recuou 3,4% em relação a fevereiro, na série ajustada sazonalmente. Um dos fatores que influenciou o resultado foi o menor número de dias trabalhados devido ao feriado de carnaval.

O crescimento de 4% na atividade da indústria gaúcha em fevereiro, em comparação com janeiro, não chega a caracterizar um revigoramento do setor no Rio Grande do Sul, aponta o Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado pela FIERGS nesta quinta-feira (3). "Não há um indicativo de mudança no cenário, e o resultado positivo nem representa uma tendência.

A atividade do setor industrial gaúcho caiu 1,3% em dezembro, em relação a novembro, descontados os ajustes sazonais. Foi a segunda desaceleração consecutiva, alcançando o menor patamar em 13 meses. "A indústria, que passou boa parte de 2013 em recuperação, termina em queda e a tendência é pouco animadora. Os fatores estruturais que prejudicam a competitividade do setor continuarão presentes em 2014. Junte-se a eles, o aumento dos juros, o esgotamento dos estímulos à indústria, a volatilidade cambial e a nova rodada da crise argentina.

A atividade do setor industrial gaúcho caiu -2,2% na passagem de outubro para novembro de 2013, descontados os ajustes sazonais, segundo dados da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). A forte desaceleração no penúltimo mês do ano é a maior desde junho de 2011 (-3,3%), nessa forma de comparação.

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