VOZES DA REGIÃO
O vice-presidente regional do Sistema FIERGS Ruben Antonio Bisi destacou os avanços na gestão, como no plano estratégico, na autonomia dos sindicatos e na interiorização das ações, ressaltando especialmente as oportunidades oferecidas pelo Sistema FIERGS para a qualificação das indústrias, seja na formação de trabalhadores, na formação de lideranças, em saúde ou em educação. Já o vice-presidente regional Geraldo Alexandrini ressaltou que hoje o Sistema FIERGS está mais próximo dos municípios, oferecendo serviços e abrindo espaço para diálogo e novas demandas.
Representando a Assembleia Legislativa, o deputado estadual Guilherme Pasin falou sobre os desafios que os municípios e empresas da Serra enfrentam, especialmente com relação à infraestrutura, como estradas, portos e ferrovias para escoar a produção da região. Encerrando as falas, o prefeito de Caxias do Sul, Adiló Didomenico, destacou a importância de um diálogo entre empresários, governo e sindicatos, afirmando que é preciso união para garantir emprego, investimentos e manutenção dos serviços públicos.
INVESTIMENTOS NA REGIÃO
A diretora-executiva e de Relações Institucionais do Sistema FIERGS, Ana Paula Werlang, detalhou a estrutura e o funcionamento da entidade, destacando o papel da área técnica e da unidade de relacionamento com os sindicatos. Ela ressaltou os serviços oferecidos às indústrias e aos sindicatos, como assessoria econômica, jurídica e de comércio exterior. “A nossa diretriz é trabalhar pela representatividade estratégica e pela articulação institucional, visando ao fortalecimento da indústria gaúcha. Os pilares estratégicos da FIERGS são competitividade, retenção de talentos e reconstrução da indústria do Rio Grande do Sul”, destacou.
Após, a diretora-geral do Sesi-RS, Senai-RS e IEL-RS, Susana Kakuta, apresentou a atuação integrada das entidades, definida através de um planejamento estratégico com o propósito de otimizar a resposta das instituições aos desafios da indústria. “Quando iniciamos essa jornada, entendemos que era preciso olhar para o Rio Grande do Sul como um todo. São pequenas indústrias, e precisávamos avançar nos temas da competitividade e da produtividade. Isso tudo veio do planejamento estratégico”, explicou.
Segundo Susana, uma das primeiras definições foi criar as 10 regiões do Sistema FIERGS e, a partir disso, trabalhar a mesma lógica com os sindicatos, o Sesi, o Senai e o IEL. “Cada região tem um perfil diferente, com demandas e setores específicos, e exige uma aproximação distinta com a indústria”, destacou.









